Passo a passo: aprenda como fazer um briefing de pesquisa

Você sabe como fazer um briefing de pesquisa? Caso nunca tenha pensado a respeito, às vezes, por não conhecer a prática, cabe frisar: estamos falando de um requisito básico para que a pesquisa de mercado ocorra de maneira organizada e, assim, traga resultados mais realistas.

O que é um briefing, exatamente? Trata-se de um documento conciso e objetivo, composto por um conjunto de informações relevantes para executar a tarefa. Nele, encontram-se, por exemplo:

O propósito é levantar os principais detalhes do projeto, centralizando as informações, permitindo, assim, que todos os envolvidos as tenham à disposição para consultá-las a qualquer momento. Também é um meio eficiente de avaliar se a equipe seguiu o planejamento corretamente.

Agora que aprendemos o que é um briefing e qual a sua utilidade, que tal aprender a fazê-lo? Abaixo, apresentamos um passo a passo. Vamos começar?

Insira informações gerais da empresa

Antes de tudo, é necessário acrescentar informações a respeito da empresa consideradas relevantes para a pesquisa. Por que se faz isso? A prática é útil na medida em que a equipe fica mais bem situada do panorama da empresa em vários aspectos, o que contribui para a qualidade final do trabalho.

Entre as informações comumente inseridas no briefing, destacam-se:

É, propriamente, como criar um breve relatório com informações úteis e que devem guiar o projeto.

Defina o problema

Determinar o problema que norteará a pesquisa é fundamental para os objetivos do projeto. A prática se resume a uma questão (ou mais) sobre a qual, por meio da pesquisa, a empresa busca obter uma resposta. Sem essa definição, a pesquisa de mercado não tem um propósito.

Suponhamos que você tenha uma loja física e pretenda migrá-la para o digital. Contudo, ainda há dúvidas se o cliente tem o costume de realizar compras via Internet, se existe confiabilidade por parte dele em usar meios digitais para efetuar pagamentos, entre outras; e elas precisam ser solucionadas antes que se coloque a ideia em prática.

Portanto, considerando o cenário acima, o problema a ser resolvido a partir das informações da pesquisa é relativo aos hábitos de consumo do público-alvo na web. É o ponto inicial para pensar nos objetivos da pesquisa — próximo item essencial do briefing.

Estabeleça os objetivos primários da pesquisa

Assim como o problema, toda pesquisa deve ter um objetivo concreto. Na suposição que fizemos no tópico anterior, o objetivo da pesquisa de mercado era saber se havia viabilidade de investir no e-commerce. Evidentemente, o propósito varia de acordo com a empresa e o problema que ela pretende resolver.

Em termos gerais, o objetivo nos permite verificar se os questionamentos da empresa foram devidamente respondidos, então, é importante a sua presença no briefing para a equipe se orientar antes, durante e depois da pesquisa de mercado.

Disponibilize informações gerais do público-alvo

O público-alvo é o perfil de consumidor dos produtos e serviços da empresa. Sem o conhecimento das características e dos hábitos do cliente, não há como conduzir a pesquisa de mercado com a devida eficácia, levando os pesquisadores a abordar pessoas que não utilizam as soluções da organização.

De que tipo de informações estamos falando? Elas variam entre: classe social, faixa etária, escolaridade, profissão, conflitos, localização, hábitos de consumo, comportamento, dados demográficos, entre outros. Ciente de todos os pontos relevantes acerca do público-alvo, a equipe consegue dar o devido rumo à pesquisa.

Se você ainda não tem um público-alvo definido, há práticas recomendadas nesse sentido, como a criação de uma buyer persona, voltada para a área de marketing, que é uma representação fictícia do cliente ideal, porém construída a partir de estudos aprofundados e baseados na realidade do cliente.

Levante aspectos e fatores mercadológicos

No briefing de pesquisa, é interessante que a equipe tenha conhecimento do mercado de atuação da empresa. Isso engloba, por exemplo, a parcela do mercado que ela ocupa, as influências externas e a concorrência.

Em geral, são fatores que levam a equipe a conhecer melhor o panorama da empresa no mercado. Tendo essas informações em mãos, os pesquisadores podem extrair mais dos respondentes e, com isso, trazer novos insights.

Escolha a metodologia de pesquisa

Existem diversas metodologias de pesquisa que podem ser aplicadas em um projeto. É possível, por exemplo, aplicar metanálise para analisar uma questão de pesquisa a partir de dois ou mais estudos independentes, ou, dependendo do objetivo, fazer um estudo de caso.

Uma das metodologias mais utilizadas em pesquisas de mercado é o survey, que consiste em entrevistas, supervisionadas ou não, nas quais o público-alvo responde a questões relevantes para a empresa. Em suma, a escolha da metodologia depende do objetivo da sua pesquisa de mercado.

Analise verba e orçamento

Antes de colocar a ideia em prática, é essencial que se analise o orçamento disponível para a pesquisa. Havendo restrições financeiras, por exemplo, a equipe tem condições de adaptar o projeto, revendo alguns pontos em que se pode cortar custos ou retirar os quesitos menos relevantes/não prioritários.

Por outro lado, se o orçamento é satisfatório, é possível planejar meios de aproveitar ao máximo o dinheiro dedicado à atividade, levantando os custos de cada uma das ações previstas. Essa definição é muito importante para manter a verba sob controle e, se for o caso, quebrar eventuais obstáculos financeiros.

Elabore cronograma e prazo de conclusão

É altamente recomendado que cada etapa do projeto tenha um prazo para ser realizada. Para isso, é necessária a elaboração de um cronograma que respeite a data de conclusão, visto que a pesquisa é apenas parte da estratégia e, portanto, não deve interferir no seu andamento.

Por exemplo, se a pesquisa tem por objetivo a coleta de informações para nortear uma campanha de marketing sazonal, é imprescindível que o resultado seja apresentado a tempo para a equipe de marketing planejar a campanha e, então, lançá-la no período apropriado.

Ao longo do artigo, vimos como fazer um briefing de pesquisa, tarefa que requer planejamento e conhecimento técnico para a elaboração de um roteiro eficaz. Por isso, quando a empresa não dispõe de profissionais capacitados e experientes na área, contratar um serviço especializado é uma ótima alternativa.

Todavia, resolvendo optar por um serviço especializado, por onde é recomendado começar? Veja o nosso outro post e confira o que levar em conta na hora de contratar um instituto de pesquisa!

Grupo focal: qual sua importância para a tomada de decisão nas empresas?

Você já ouviu falar em grupo focal? O conceito é usado para definir pesquisas qualitativas que possibilitam compreender processos de construção da realidade, comportamentos, atitudes e práticas cotidianas por determinados grupos sociais.

É uma técnica importante para apurar percepções, crenças, hábitos, valores, restrições e simbologias relevantes para o estudo em questão. Seus resultados permitem que as empresas tracem estratégias para atingir seu público de maneira mais eficiente.

Quer entender melhor como funciona essa discussão em grupo e de que maneira a análise do consumidor pode beneficiar sua empresa? Então, continue a leitura!

Entenda o conceito de grupo focal

O Grupo focal é um conjunto de pessoas selecionadas e reunidas para discutir e comentar o tema que é objeto da pesquisa em questão. Ao debater vários aspectos relacionados aos interesses de uma empresa ou marca, sob a supervisão de um pesquisador especializado, várias informações relevantes podem surgir.

Conforme a pesquisadora e psicóloga Bernardete Angelina Gatti, o trabalho com grupos focais permite compreender processos de construção da realidade, práticas cotidianas, ação e reação dos indivíduos a determinados fatos sociais. A metodologia, usada em pesquisas sociais ou de avaliação, contribui para que sejam observadas perspectivas diferentes sobre uma mesma questão.

As discussões são orientadas por um moderador, que é um pesquisador com embasamento técnico e capacitação para interpretar as respostas dos integrantes. A técnica pode ser utilizada em estudos com diversas abordagens, nas áreas de marketing, comunicação, social e até mesmo para avaliar as estratégias dos concorrentes.

Essa prática é muito usada para medir a opinião dos consumidores. Para tanto, o moderador conduz os debates sobre diferentes pontos de vista relacionados à empresa contratante e seus produtos ou serviços, e avalia as reações, os comentários e as percepções dos participantes. Alguns bons exemplos de aplicação desta técnica em pesquisas de marketing são:

Além da moderação do debate e da aplicação das metodologias, o pesquisador tem a função de analisar as respostas e elaborar um relatório para que a empresa possa conhecer melhor as características e necessidades de seu público.

Essa metodologia, quando bem aplicada, é eficaz para conhecer, com maior profundidade, os comportamentos do consumidor e, a partir das análises, traçar estratégias para garantir o melhor posicionamento da empresa contratante no mercado.

Confira algumas características do Grupo Focal

Se você deseja avaliar o posicionamento de sua marca no mercado ou conhecer a percepção de valor por parte de seus clientes, formar um grupo focal para pesquisa é uma estratégia interessante.

É importante frisar que tanto o debate quanto a análise devem ser feitos por um profissional habilitado, com capacidade para conduzir a discussão sem interferir nas opiniões dos participantes.

Confira algumas características essenciais:

Conheça alguns desafios da metodologia

Por ser uma técnica que produz informação através de uma dinâmica interacional, o moderador deve ter atenção a diversas questões, para garantir a qualidade do material coletado. Confira os principais pontos:

A utilização dos Grupos Focais como meio de pesquisa é uma técnica eficiente de levantamento de dados, que capta uma multiplicidade de pontos de vista, processos emocionais e significados essenciais no sucesso de um planejamento estratégico de uma empresa.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre essa metodologia de pesquisa? Entre em contato com um dos profissionais do Instituto Olhar para conhecer os resultados dessa prática em seus projetos!

Como entender a jornada de compra da sua buyer persona? Veja aqui!

Se você é dono ou diretor de uma empresa, independentemente do porte, provavelmente já deve ter precisado definir a buyer persona para planejar e executar uma estratégia de marketing e publicidade, certo? Porém, para realizar essa definição com maior assertividade, dependerá, em grande parte, do conhecimento sobre a jornada de compra do público consumidor. Foi pensando nisso que desenvolvemos este post.

Vamos falar sobre o conceito de buyer persona, mostrar a sua importância para os negócios e ensinar como identificar a jornada de compra dela. Assim, poderá criar um modelo de funil de vendas mais ajustado, trazendo resultados melhores para a empresa. Acompanhe!

O que é buyer persona?

A buyer persona é a representação fictícia do cliente ideal da empresa. Ela é baseada em dados reais sobre o comportamento, demografia (localização, idade, gênero, escolaridade, renda, etc.) e etnografia (comportamentos, hábitos, crenças etc.) do público consumidor, bem como nas questões psicológicas que geram motivações, objetivos, desafios e preocupações da vida real, seja ela pessoal ou profissional.

Uma boa definição da buyer persona depende do contato que você tem com o público-alvo, de modo que, em uma análise mais profunda e detalhada, possa identificar características comuns entre os potenciais compradores. Se sua empresa já tem uma base de clientes, esse será o lugar perfeito para iniciar suas pesquisas.

Embora você lide com perfis diferentes de indivíduos e empresas que consomem seu produto ou serviço, muitos deles tendem a demonstrar características parecidas e, ao segmentá-los, poderá identificar mais de uma personalidade para seu modelo de buyer persona.

Por que é importante definir uma buyer persona para o negócio?

A criação da buyer persona representa um passo fundamental na elaboração das estratégias de marketing, pois serve para orientar os estrategistas a desenvolverem e enviarem a mensagem certa para as pessoas certas e, assim, gerar impactos que resultem em maiores retornos. Sem uma buyer persona definida, por outro lado, a campanha pode não ter um direcionamento preciso, tendo resultados comprometidos. Ou seja, seria como oferecer carne para um vegetariano, por exemplo.

Dessa forma, entender o comprador é essencial não apenas para o desenvolvimento de produtos e vendas, mas também para a produção de conteúdos com foco na conquista e fidelização de novos clientes. Na produção de materiais para blogs e redes sociais, por exemplo, a buyer persona é um recurso que facilita o trabalho de endereçamento dos tópicos.

Portanto, uma abordagem baseada em buyer persona permite que os profissionais usem a análise comportamental para os objetivos de negócios, segmentando o público e aprimorando as experiências de interação e de compra dos clientes. A capacidade de responder seus questionamentos, de entender e de atender adequadamente às suas reais necessidades deve gerar uma boa vantagem competitiva para a empresa.

Como conhecer a jornada de compra da sua buyer persona?

As pessoas tomam decisões de compra de várias maneiras e há diferentes estágios para se concluir esse processo. A buyer journey (jornada de compra) do cliente é o que define essas etapas e nos permite identificar em qual delas o cliente está. São elas:

Conhecer a buyer persona e em que estágio da jornada de compra ela está facilita a criação de uma estratégia de conteúdo mais alinhada com suas expectativas, tendo sempre o objetivo de guiar a persona para a próxima etapa. Tudo deve acontecer de forma natural e conveniente para o cliente.

Então, depois de definir sua buyer persona, precisa conhecer a jornada de compra dela. Para isso, nada melhor que perguntá-la diretamente. Isso mesmo. Você deve fazer uma pesquisa de campo, entrevistando as pessoas que fazem o perfil da sua buyer persona, para coletar dados que ajudem a identificar os fatores influenciadores de decisão. Nesse caso, siga as dicas a seguir:

Tendo essas informações em mãos, a empresa pode planejar uma estratégia de conteúdos por etapas, considerando o estágio da jornada de compra que a buyer persona está. Ou seja, você passa a falar a língua do consumidor, no tom e na medida certa, aplicando inteligência de mercado ao negócio.

Porém, se você não é um especialista em marketing, realizar todo esse processo sozinho pode ser um risco. Além do tempo que gastará, pode não alcançar os resultados esperados e manchar a imagem da empresa, afastando o cliente em potencial. Por isso, conte com o apoio de uma empresa que entende do assunto. Assim, economiza tempo e atinge resultados mais expressivos com estratégias certeiras.

Então, agora que você já sabe o que é buyer persona e como entender sua jornada de compra, considere nossas orientações para agregar força competitiva ao negócio.

Quer saber mais sobre o assunto? Siga a Instituto Olhar no Linkedin agora mesmo e acesse conteúdos exclusivos!

Jornada do cliente: entenda os benefícios das pesquisas de mercado

A competitividade do mercado exige, cada vez mais, de gestores uma característica fundamental: a sua capacidade de conhecer, entender e utilizar a jornada do cliente a seu favor.

Porém, o que esse conceito significa exatamente? Qual é a importância de focar as principais interações entre cliente e marca para reforçar mensagens e a identidade do seu negócio?

Neste artigo, queremos dar um panorama completo sobre o assunto. Veja o que é essa jornada e como pesquisas de mercado podem dar, à sua gestão, uma visão que destaque a empresa dos concorrentes. Boa leitura!

O que é a jornada do cliente?

Pense na sua relação com uma marca de que você gosta e que conheceu recentemente. Como aconteceu essa aproximação? Muito provavelmente, ela seguiu um padrão bem conhecido e pesquisado dentro do mercado:

Esse tipo de hábito é similar à maioria das pessoas e, por isso, seu esqueleto foi definido como a jornada do cliente. É uma estrutura básica de descoberta, consideração e conversão desenhada a partir de anos de estudos e experimentações.

No entanto, podemos ir além. Hoje, a experiência de venda e a fidelização são momentos importantes para a consolidação de uma marca no mercado, principalmente com a importância crescente da divulgação espontânea e o relacionamento nas redes sociais.

Por isso, preferimos uma definição mais abrangente para o conceito: a jornada do cliente refere-se a todo processo de interação de um cliente com uma marca — desde a busca de informação sobre ela e seus produtos até a escolha, a experiência de uso e as interações que acontecem no pós-compra (atendimento, assistência técnica etc.).

Qual é a importância dessa jornada para a empresa?

Se essa jornada é um reflexo do hábito de clientes e reflete a forma como eles descobrem e consomem seu produto/serviço, sua relevância fica bastante clara — ela se torna um mapa para o seu sucesso.

Os pontos de interação podem ser tratados como etapas de melhoria em vários aspectos, desde a visibilidade do negócio (na etapa de descoberta) até um melhor atendimento antes e depois da venda.

Tudo isso vira fonte de informação para auxiliar nesse processo de entendimento e remodelagem eventual dessa jornada para uma melhor experiência. Afinal, o foco de empresas que querem se consolidar no futuro precisa estar no cliente. Conexões emocionais são difíceis de serem quebradas e tornam cada consumidor um divulgador espontâneo da marca.

Nesse cenário, polir o contato da empresa em todos os meios de comunicação com o cliente é uma grande vantagem competitiva.

Como pesquisas de mercado ajudam a tirar proveito dessas interações?

O principal ponto e talvez o mais essencial é que a jornada do cliente envolve praticamente todas as etapas da tomada de decisão das organizações — desde a construção da marca, passando pela forma como você vai se comunicar com os seus potenciais clientes, até a entrega do produto ou serviço.

Ou seja, a jornada do cliente determinará planejamentos e estratégias. Com um mercado tão acirrado, não dá para fazer isso no feeling de como você acha que seu público se comporta nessas interações.

É aí que entram as pesquisas de mercado. O objetivo delas é estudar, qualificar e quantificar o contato cliente-marca em diversas etapas dessa jornada para trazer insights importantes sobre caminhos que você deve tomar.

Uma gestão baseada em dados é fundamental para o futuro e ela serve também para atendimentos e relacionamentos. Serão os dados coletados nessas pesquisas a origem de ajustes, de reformulações de processos e até da identidade do negócio — para atrair mais e converter mais dentro do seu alcance de público.

Como fazer pesquisas de mercado eficientes?

Assim como em qualquer busca por dados que mostrem caminhos estratégicos dentro de uma empresa, é preciso ter um planejamento para fazer essa transição da pesquisa de mercado para estratégias reais de negócio. Veja os passos básicos que você deve seguir para começar a desenhar esse processo abaixo.

Defina os objetivos e o escopo

A primeira coisa a ser feita é entender a jornada do seu cliente, quais pontos dentro dela podem ser trabalhados e qual será o escopo dessas pesquisas.

É hora de mapear todos esses pontos de interação, separá-los em vários momentos mais fundamentais e entender como se dá o processo em cada um deles (quando acontece, quais informações estão sendo repassadas etc.).

Identifique as pesquisas que melhor se encaixam

Não existe uma fórmula ou um pacote de pesquisas definidas para aprimorar a jornada do cliente. Cada caso é um caso. No entanto, existem dois caminhos principais que você invariavelmente seguirá:

Transforme informação em ação

Um ponto importante de reforçar é que não adianta muito coletar dados sem que você se prepare para utilizá-los. É importante, desde o início, criar uma estrutura estratégica com metodologia para avaliação de resultados e participação de todos os departamentos no alinhamento de como melhorar esses indicadores.

Conte com uma empresa especializada

Como discutimos em todo este texto, a eficiência é uma questão importante no assunto — a sua capacidade de entender os pontos de interação mais relevantes, definir a melhor forma de medi-los e usar esses dados da melhor forma possível em estratégias de divulgação, comunicação e atendimento.

Por isso, expertise e experiência podem ser grandes vantagens na hora de definir pesquisas de mercado para a jornada do cliente. Empresas especializadas trazem uma visão mais estratégica de como planejá-las e executá-las dentro da sua rotina.

A ideia de contar com uma parceria é implementar o uso de pesquisas o quanto antes e também ter a estrutura necessária para colher os frutos delas em médio e longo prazo.

Se a jornada do cliente é tão importante, não dá para arriscar ou tentar se adaptar a ela na base do chute. Você precisa de profissionais capacitados em pesquisas do seu lado (mestres, doutores e professores especialistas em marketing) que atuem de maneira mais orientada e consultiva.

E é isso que o Instituto Olhar pode oferecer para a sua empresa! Entre agora no nosso site, faça contato, conheça melhor nossos serviços em pesquisa de mercado e conte com essa parceria para o seu negócio!

Como funciona e quais os benefícios do painel online? Entenda!

O uso dos recursos da internet é cada vez mais comum para a realização de levantamentos de dados. As pesquisas por meio de painéis online vem despertando o interesse das empresas por mostrarem-se convenientes para os entrevistados, pela possibilidade de uso de mídias — como vídeo, áudio ou fotos — e, especialmente, pelo seu baixo custo e sua agilidade em termos de tempo de coleta de dados.

Mas essa prática tem algumas limitações e conhecê-las é importante para a tomada de decisão sobre o seu uso. A principal delas é a dificuldade de delimitar o universo pesquisado, o que interfere diretamente em sua representatividade.

Para ajudá-lo a entender melhor o que é o painel online, como ele funciona e quais as suas vantagens e desvantagens, conversamos com o diretor de Planejamento e Projetos do Instituto Olhar Pesquisa e Informação Estratégica, o professor e doutor em administração, Matheus Lemos de Andrade. Confira!

Entenda o que é o painel online

O painel online é um tipo de pesquisa em que os respondentes são previamente cadastrados e respondem uma bateria de perguntas sobre seu perfil demográfico e seus hábitos de consumo. Tais respondentes ficam disponíveis para responder aos questionários que são enviados por e-mail.

Geralmente os questionários são rápidos, podendo ser respondidos em até 15 minutos. De acordo com o professor Matheus Lemos, doutor em administração e diretor do Instituto Olhar – Pesquisa e Informação Estratégica, o painel online é uma forma de se fazer pesquisa que está crescendo muito, apesar de não ser a melhor solução em relação a outras técnicas que apresentam resultados mais confiáveis, cientificamente. “É importante compreender quem são os elementos que compõem o painel online para verificar se ele é adequado para os objetivos e para o projeto de pesquisa”, afirma.

Seleção de entrevistados

O professor explica que, efetivamente, painel online é uma forma de seleção dos entrevistados. “Ele não é nem um método, nem uma técnica de pesquisa. Basicamente, consiste em uma forma de amostragem”.

O painel online determina obrigatoriamente a forma de responder ao questionário, que pode ser por autopreenchimento ou por meio de entrevistas realizadas à distância, por videoconferência. Assim, a pessoa poderá ser entrevistada ou, até mesmo participar virtualmente de um grupo de discussão .

A desvantagem é a falta de controle sobre a amostra. Não é possível saber, por exemplo, se a pessoa que está respondendo do outro lado está exatamente dentro do perfil. “Ela pode ser um profissional respondente, que está cadastrado e ganhando dinheiro. Pode até mentir em algum filtro para entrar na pesquisa, podendo fraudar o resultado. Mas até aí tudo bem, porque qualquer pesquisa está suscetível a falta de honestidade dos respondentes. O problema é a forma de seleção dos respondentes que compõem o painel, que não garante a aleatoriedade ou a probabilidade de seleção dos indivíduos. Pensando no rigor científico da pesquisa, você perde muito com essa característica”, afirma o professor.

Conheça os benefícios dessa prática

Apesar das desvantagens levantadas sobre o painel online, há alguns benefícios que não podem ser ignorados. Em algumas situações, portanto, esta solução pode ser utilizada para o levantamento de dados por meio da internet. Entre elas, podemos citar:

Saiba por que é uma tendência

Por todas as vantagens que apresentamos, o uso do painel online pode ser considerado uma tendência que cresce a cada dia. Porém, é preciso considerar as suas desvantagens para que não seja utilizado de forma desavisada.

De acordo com o professor Matheus Lemos, essa é uma prática temerosa uma vez que, geralmente, as pessoas não têm consciência da capacidade de extensão e de confiabilidade desse tipo de informação. De toda forma, ela pode ser usada, desde que haja o acompanhamento de um profissional qualificado, que faça as análises de acordo com as limitações e as potencialidades da técnica.

Deve estar claro que o painel online não permite obter amostras probabilísticas e representativas. “Se o objetivo for fazer projeção de resultados de amostra para o universo, o painel online não é a solução!”, afirma o professor. O painel online é indicado para compreender um público, testar publicidade e fazer avaliação de campanhas e logomarcas, por exemplo. “Mas não é válido para extensão ou extrapolação dos resultados”.

Veja como o Instituto Olhar pode ajudar

O Instituto Olhar Pesquisa e Informação Estratégica foi fundado em 2003. Seu destaque está na elaboração de projetos customizados para cada cliente, com aplicação de conhecimentos multidisciplinares. Dessa forma, avalia o mercado a partir de uma visão estratégica, com foco na prática gerencial.

O principal objetivo do Instituto Olhar é contribuir para a maximização dos resultados dos clientes. Usa, para isso, seu entendimento do mercado de modo holístico e integrado ao negócio. Assim, zela pela confiabilidade e precisão das pesquisas realizadas, desde as quantitativas ou por observação até as práticas de cliente oculto, grupo focal, entrevistas em profundidade, laddering, entre outras.

No caso do painel online, oferece a credibilidade e a consultoria especializada necessárias para que esta solução seja usada adequadamente pelas empresas. Assim, confere maior rigor científico à pesquisa, considerando todas as suas limitações e elaborando relatórios precisos para que seu uso tenha a destinação mais adequada para a estratégia da empresa contratante.

Ficou interessado no tema? Entre em contato conosco e entenda de que forma a equipe do Instituto Olhar pode ajudar seu negócio a entender o mercado em que atua.